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Quarta-feira, 03 DE Outubro DE 2007

O princípio do fim da publicidade, parte III.

Mais outro tiro no pé dado pelos profissionais da publicidade.
Vejam do que tive conhecimento hoje pelo blog:
Pedivela
Agora no Brasil,  país onde dizem que em termos de publicidade são muito bons... Realmente com este exemplo, são mesmo bons no pior que se pode fazer sobre o assunto...

Eu até os compreendo, claro que foram pressionados pelos senhores do dinheiro que procuram a todo o custo na especulação do mesmo o lucro fácil... São os que acreditam que os bens materiais fazem os sonhos das pessoas... Como estão enganados... E como deve ter sido difícil aos profissionais da publicidade encontrarem um grupo ou até mesmo um único ciclista com cara de mal disposto por andar de bicicleta...
São tão ingénuos e tão tapadinhos da carola que se o cartaz fosse ao contrário com automobilistas enlatados parados no caos do transito e de caras esquentadas, sortiria muito mais efeito. De certeza que o sonho da maioria seria andar de bicicleta como aquela alegre e feliz família a curtir um momento de grande qualidade de vida e a ter tempo para andar de bicicleta por uma paisagem maravilhosa e sem enlatados pelo meio...
Totós ... Totós ... Totós ... São tão totós que nem sabem que muitos dos cicloturistas tem biclas que o valor delas dariam para comprar hoje em dia duas latas motorizadas ...

publicado por Abrasar às 21:44
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Sexta-feira, 20 DE Abril DE 2007

O princípio do fim da publicidade, parte II.

Eu gosto de ver publicidade na televisão … na minha opinião a publicidade é uma arte de criatividade humana. Pessoas, artistas neste caso, por mim admirados e respeitados, pintam e cinzelam a arte de fazer convencer e conseguem a maioria das vezes enaltecer coisas fúteis em adoráveis e insubstituíveis produtos.

 

No lado inverso está para mim o desprezo pelo objectivo da frieza material economicista dos patrões das marcas. Na ânsia e sofreguidão de objectivos para mais e mais lucros, fazem completas asneiradas matando a arte da boa publicidade e provavelmente fazendo o inverso do esperado.

 

Passo a exemplificar a minha ideia com uma publicidade recente:

 

A Coca-cola com sardinhas?!?!?!?!

 

Sinceramente cabe na cabeça de alguém ligar as duas coisas?

 

Coitado do profissional que teve de trabalhar esta ideia, só podia dar uma coisa horrível como deu, só de ver fica-se logo enjoado.

Não concebo de maneira nenhuma acompanhar Coca-cola com peixe grelhado, marisco e fica ridículo personalizar sardinhas a namorarem uma garrafa de Coca-Cola, querem afinal convencer-nos de quê?

Provavelmente que depois de experimentar, é para nunca mais repetir e dar graças a Deus por haver cerveja, vinho tinto e branco fresquinho para acompanhar os petiscos.

 

São estas idiotices de cérebros iluminados que lixam tudo, digo eu. A firma da marca investe milhões na perspectiva e provavelmente convencida que vai ter mais lucro concorrendo para um mercado já ocupado. Mas com uma aberração destas acaba mas é por ter um efeito inverso. Depois fica em dificuldades económicas e lá vão mais uns trabalhadores para a rua com a desculpa de pouca produtividade …

 

Não seria muito melhor relacionar esta bebida como sendo boa para matar a sede a desportistas ou a estudantes nas suas festas que se aproximam (queima das fitas), em substituição da cerveja e do vinho, se era essa a ideia?

Pelo desporto falo da minha experiência, pois é nos momentos de grandes empenos de caixão à cova que a Coca-Cola bem fresquinha me anima a alma, levando-me rapidamente açúcar ao cérebro reanimando-me o moral e as forças para continuar em frente.

 

Agora atacar a sardinha e marisco com Coca-Cola?!!!!!

Oh… Santo deus, isto é um atentado ao nosso paladar…

publicado por Abrasar às 21:37
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Quarta-feira, 14 DE Fevereiro DE 2007

O princípio do fim da publicidade?

Os meus filhos através da publicidade passada na televisão estão a ter contacto constantemente com um dos pecados mais utilizados pelo homem, a mentira.
Como Pai tenho a opinião de que não devo encobrir a mentira, afinal é uma realidade. Só tenho de dispender um pouco mais de tempo a explicar o sentido da mentira. Afinal até é compensador por ser mais um momento de conversa com os meus filhos.
Mas vejamos um exemplo:
 
Vivemos num concelho rural e o meu filho com nove anos e graças à prática do BTT, conhece bem a paisagem rural que o rodeia. Vê e percebe a utilidade dos campos de milho, que todos os anos é colhido, triturado e armazenado em silos rudimentares tapados com plásticos pretos. Sabe que esse milho serve de alimento para as vacas nas inúmeras vacarias existentes no concelho. Conhece bem o cheiro delas e vê os detritos das mesmas a correr para os ribeiros ou abandonados nos caminhos mais próximos. Aprendeu a reconhecer por experiência própria os dejectos das vacas nos caminhos quando passava inadvertimente por um e as rodas da sua BTT o lançavam em todas as direcções. Assim como já sentiu a repulsa e nojo quando caiu numa poça formada por água misturada com esgoto, despejado recentemente num campo por um tanque atrelado a um tractor, com o prepósito de servir de estrume para posterior plantação de milho. O meu filho sabe que as vacas estão confinadas a pequenos espaços e são por vezes libertadas em pequenos campos limitados por fitas eléctricas. Ele sabe por experiência transmitida pelo pai (pois já levei com um choque do caraças) que não deve tocar nessas fitas. Ele sabe que as vacas estão ali para dar leite. Ele vê e conhece os camiões tanques de recolha do leite que visitam as diversas vacarias. Ele conhece a marca da empresa que empacota o leite tratado. Ele sabe onde está a empresa e associa a sua marca ao leite das vacas que vivem no mesmo concelho onde vive.
 
Ele vê a publicidade dessa mesma marca na televisão mostrando que a qualidade do seu leite se deve ao selecionado alimento dos animais nas bonitas pastagens que mostra, e pergunta:
-         Pai estas paisagens não são as que conhecemos pois não?
Faço um esforço para ver se realmente associo alguma ao nosso concelho, mas impossível, planícies com sobreiros não abundam por aqui.
-         Não, não são filho. (respondo).
-         Pai as vacas não andam assim tão limpas!
-         Realmente as que vês na TV, estão mais limpas.
-         Pai aquilo que dizem sobre a alimentação das vacas, é mentira não é?
-         É... é meu filho, parece ser mentira...
publicado por Abrasar às 00:22
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